REDE DE ORGANIZAÇÕES

Conectar quem já está fazendo

Nenhuma transformação socioambiental de grande escala acontece isoladamente.

O Brasil possui uma enorme diversidade de organizações, movimentos, associações, universidades, institutos, coletivos, empresas de impacto, redes comunitárias e instituições públicas atuando em diferentes territórios e temas.

A Rede de Organizações busca tornar essas conexões mais visíveis e facilitar a cooperação.

Uma rede, muitas capacidades

As organizações poderão ser classificadas por:

  • território;
  • bioma;
  • área de atuação;
  • escala de atuação;
  • público;
  • tipo de organização;
  • projetos;
  • competências;
  • tecnologias;
  • produção de conhecimento;
  • capacidade de mobilização;
  • políticas públicas relacionadas.

Mapa da rede

A plataforma poderá relacionar:

Organização ↔ Pessoas ↔ Territórios ↔ Projetos ↔ Campanhas ↔ Políticas Públicas ↔ Dados ↔ Soluções

Isso permite visualizar não apenas uma lista de organizações, mas a estrutura de relações que forma o ecossistema socioambiental brasileiro.

Cooperação

Organizações integrantes da rede poderão encontrar parceiros para:

  • desenvolver projetos;
  • compartilhar conhecimento;
  • realizar ações;
  • produzir pesquisas;
  • desenvolver tecnologias;
  • mobilizar comunidades;
  • participar de políticas públicas;
  • acessar oportunidades de financiamento;
  • compartilhar infraestrutura;
  • formar redes territoriais.

Rede nacional e conexões internacionais

A atuação territorial brasileira poderá também ser conectada a redes internacionais de pesquisa, financiamento, cooperação, ciência, políticas climáticas e desenvolvimento sustentável.

Essas conexões serão organizadas de forma transparente, indicando a natureza da relação e evitando apresentar como parceria institucional aquilo que seja apenas uma referência, colaboração pontual ou participação em uma mesma rede.

Construir infraestrutura de cooperação

A Rede de Organizações pretende funcionar como uma infraestrutura de conexão.

Seu objetivo não é substituir as organizações existentes, mas facilitar que elas sejam encontradas, conhecidas, conectadas e capazes de cooperar.

Quanto melhor compreendermos a estrutura da rede, maior será nossa capacidade de identificar lacunas, sobreposições, oportunidades de cooperação e capacidades existentes nos territórios.

Editor Frente
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